THAÍS FERNANDES LIMA

AUTOR: THAÍS FERNANDES LIMA

TÍTULO: BEM-ESTAR ANIMAL NA PRODUÇÃO E ABATE DE AVES: CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA, AMERICANA E DA UNIÃO EUROPEIA

ORIENTADOR: Prof. Dr. Ariel Eurides Stella

DATA DE DEFESA: 25/10/2018

 

RESUMO:

LIMA, T.F. “Bem-estar animal na produção e abate de aves: caracterização e análise da aplicação da legislação brasileira, americana e da União Europeia”. Dissertação apresentada ao Programa de Biociência Animal da Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí, como pré-requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Biociência Animal. 2018. Atualmente, o Brasil ocupa posição de destaque mundial como produtor e exportador de carne. Diante dessa relevante posição, surge um tema de grande importância, o Bem-estar Animal (BEA). Organizações públicas e privadas, além de entidades não governamentais estão se unindo na busca de soluções para os problemas de BEA, procurando embasamento técnico-científico para respaldar o desenvolvimento de medidas que minimizam o sofrimento dos animais nos processos produtivos. Além disso, cientistas buscam conhecer e relacionar o comportamento animal com as práticas de produção e abate, de forma a facilitar a padronização das normas internacionais. O presente estudo teve por objetivo a realização de uma análise comparativa entre as legislações brasileira, americana e da União Europeia sobre BEA, bem como da avaliação da sua prática no Brasil. Um levantamento das principais leis que regem o BEA foi efetuado, conduzido de forma a evidenciar as diferenças mais marcantes entre o Brasil, União Europeia e Estados Unidos da América (EUA). Também foram aplicados questionários a funcionários de cinco granjas e de três frigoríficos, tendo sido efetuada nestes locais uma busca ativa, na intenção de conhecer o nível de aplicabilidade dessas normas. De forma geral, faz-se necessária a padronização das normas, considerando a discrepância existente entre os países no mercado internacional e a consequente dificuldade em sua implantação. A percepção dos trabalhadores sobre a prática de BEA e sobre as melhorias possíveis de serem efetuadas para incrementar o desempenho em tal quesito seguiu um padrão, indicando que, os pontos críticos para o BEA na cadeia produtiva são facilmente identificados pelos envolvidos diretamente no processo.

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